EXPEDIENTE

CONSELHO EDITORIAL

Ana Patrícia Pires Nalesso: Mestre em Serviço Social e docente no Cesumar (Maringá - PR)

Angelo Priori: Doutor em História pela UNESP - Assis/SP e docente na Universidade Estadual de Maringá; ex-Presidente da ADUEM

Antonio Inácio Andrioli: Mestre em Educação nas Ciências pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí) e Doutor em Ciências Econômicas e Sociais pela Universidade de Osnabrück – Alemanha

Antonio Mendes da Silva Filho:

Doutor pela Universidade Federal de Pernambuco

 

Antonio Ozaí da Silva: Docente na Universidade Estadual de Maringá, Mestre em Ciência Política (PUC/SP) e Doutor em Educação (USP)

Celuy Roberta Hundzinski Damasio:

Doutoranda em Literatura na Sorbonne e em Filosofia na Université de Marne-la-Vallée

Eva Paulino Bueno: Professora de Espanhol e Português na St. Mary’s University em San Antonio, Texas

Gilberto Pucca Jr.: Cirurgião Dentista Sanitarista, Prof. do Departamento de Odontologia da UEM e Diretor da Vigilância Sanitária da Prefeitura de Maringá - PR

Henrique Rattner: Docente na FEA/USP e membro da ABDL; autor de várias obras

João dos Santos Filho: Sociólogo, bacharel em Turismo e doutorando na USP (Universidade Estadual de Maringá)

João Fábio Bertonha: Doutor em História pela UNICAMP e docente na Universidade Estadual de Maringá

José Apóstolo Netto: Historiador e doutorando em História (UNESP - Campus de Assis, SP)

Luiz Alberto Vianna Moniz Bandeira: Cientista político, professor aposentado da UnB e autor de  Brasil-Estados Unidos no contexto da globalização (2 vol.), De Marti a Fidel e de várias outras obras sobre a política internacional na América Latina

Paulo Roberto de Almeida: Doutor em Ciências Sociais pela Universidade de Bruxelas; Mestre em Planejamento Econômico pela Universidade de Antuérpia; Diplomata de carreira; Professor no mestrado em direito do Uniceub (Brasília); Editor adjunto da Revista Brasileira de Política Internacional.

Raymundo de Lima: Professor do Departamento de Fundamentos da Educação (UEM), Psicólogo, Mestre em Psicologia e Doutor em Educação (USP)

Ricardo Albuquerque: Mestre em Engenharia pela UFSC; Professor nas Faculdades Nobel

Rosângela Rosa Praxedes: Graduada em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo, Mestre em Ciências Sociais (PUC/SP) e Coordenadora do Curso Preparatório Milton Santos, da Associação União e Consciência Negra de Maringá

Rudá Ricci: Sociólogo, Doutor em Ciências Sociais (UNICAMP), docente na PUC-MG e diretor da CPP (Consultoria em Políticas Públicas)

Walter Lúcio de Alencar Praxedes: Docente na Universidade Estadual de Maringá e Faculdades Nobel; Doutor em Educação pela USP e co-autor de O Mercosul e a sociedade global (São Paulo, Ática, 1998) e Dom Hélder Câmara: Entre o poder e a profecia, publicada no Brasil pela Editora Ática (1997) e na Itália pela Editrice Queriniana (1999).

 

A Revista Espaço Acadêmico (REA)  surgiu da iniciativa de um grupo de docentes da Universidade Estadual de Maringá (UEM) que escrevia artigos para um provedor local, o Nobel. Depois, registramos um domínio próprio (http://www.espacoacademico.com.br), mas, por um período ainda sem ter o caráter de revista. A partir de março de 2001, registramos a publicação no ISSN, e definimos sua periodicidade. Nascia, oficialmente, a Revista Espaço Acadêmico.

Nesta fase, a Revista Espaço Acadêmico agregou outros colunistas e ampliou o Conselho Editorial e sua abrangência. Também contamos com a contribuição de vários colaboradores, cujos artigos não apenas enriqueceram a revista como foram de enorme importância para a sua divulgação.

Agradecemos a todos os que, nestes meses, colaboraram conosco e contribuíram para a consolidação deste Espaço Acadêmico. Temos que agradecer especialmente aos nossos leitores e leitoras. Afinal, sem esta interação, nosso trabalho não teria razão de ser.

A nosso ver, a ampla aceitação da revista no meio acadêmico e extra-acadêmico se deveu a sua postura crítica e democrática. Pluralista desde sua gênese, a Revista Espaço Acadêmico recusou o enquadramento ideológico e político-partidário. O debate acadêmico não pode ser autêntico e dinâmico se estiver prisioneiro dos ismos e da miopia política ideológica dos que se imaginam senhores da verdade, amparados em seus castelos de areia construídos dogmaticamente. A Espaço Acadêmico não se vê na função de converter ninguém à quaisquer cânones nem se dirige apenas aos convertidos. 

Entendemos que a realidade é mais complexa do que os fáceis maniqueísmos e que os preconceitos e os dogmatismos não são terrenos férteis para o debate democrático aberto a novas perspectivas frente a um mundo que exige ir para além do pensamento convencional. A liberdade de expressão, a pluralidade democrática prescinde dos preconceitos e dogmatismos. São necessários coragem e esforço comum tanto para a crítica como para a autocrítica; e também para estar sempre disposto a trocar idéias e polemizar.

Esta linha editorial comprova-se na abrangência dos artigos, temas e autores, bem como, na sua receptividade entre os leitores. Isto não significa que as posições políticas-ideológicas individuais expressem o coletivo da revista. É simples: não somos, nem pretendemos ser, uma organização política-partidária e/ou sindical. Também não aceitamos o pensamento monolítico, seja à esquerda ou à direita.

Mas, não temos ilusões. A realidade mundial e os ventos que sopram em nossa época exigem posicionamentos. Uma teoria crítica não será crítica se utilizar o biombo da propalada neutralidade científica. Tomamos posições, mas não obrigamos os outros a tomar as mesmas posições. Nos situamos no mesmo campo do pensamento crítico à realidade política-social vigente e às suas manifestações. 

Se do ponto de vista político-ideológico travamos o bom combate pelo respeito ao outro e o debate conseqüente em torno das idéias (e não das pessoas), não aceitamos a postura inconseqüente de que na democracia tudo é permissível. A Espaço Acadêmico não veicula conteúdos racistas, sexistas ou que firam a integridade das pessoas. Ela se define, sobretudo, por um princípio ético que poderia ser resumido em duas palavras: honestidade intelectual, isto é, o comprometimento de todos aqueles que colaboram com este espaço de reflexão no sentido de preservar a integridade da pesquisa crítica sem qualquer concessão a interesses de cunho partidário, ideológico ou de restrito sentido social.

Uma última palavra: embora adotemos o nome Espaço Acadêmico, não nos restringimos apenas ao meio acadêmico. Procuramos superar o academicismo e estabelecer vínculos com os movimentos sociais. Afinal, uma revista que se pretende crítica, não cumprirá seu objetivo se reduzir a teoria à pura abstração diletante. Lembramos que o termo acadêmico tem origem filosófica – se refere à escola filosófica fundada por Platão, em 388 a.C., assim chamada porque ele ensinava filosofia nos jardins do herói ateniense Academus; com o passar do tempo a palavra acadêmico passou a ser utilizada tanto pelas sociedades científicas, literárias ou filosóficas quanto por outras sociedades desvinculadas do mundo universitário, como as Academias de Artes Marciais, as Escolas de Samba etc. Ou seja, a Revista Espaço Acadêmico não se restringe aos espaços formais onde se produz e se reproduz o conhecimento, hoje excessivamente disciplinares ou especializados, mas considera de igual importância os espaços informais, onde também se produz e se reproduz conhecimentos e saberes e cultura.

 

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