Por JOÃO DOS SANTOS FILHO

Bacharel em ciências Sociais - Mestre em História e Filosofia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São  Paulo

 

O turismo em nossa latinidade: uma nova forma de colonização (Final)*

 

João dos Santos Filho**


Resumo:
O presente artigo sinaliza uma discussão dos processos de impacto cultural, econômico e social que ocorreram durante o desenvolvimento de nossa história. A relação existente com o movimento mundial de internacionalização de áreas de preservação natural se constituí em motivo de preocupação para países como o Brasil. Esse processo se estende a todos os países latino-americano que hoje possuem grandes extensões de mar e algum tipo de floresta nativa. A internacionalização não se constituí em algo novo para a América-Latina esse é um perigo que hoje está associado à globalização e adquire força por meio do turismo sustentável.
Palavras-chaves: Internacionalização, Impacto, Turismo Sustentável, insustentabilidade turística.

REPÚBLICA:

Obedecendo, pois, às exigências urgentes do voto nacional, com todo o respeito devido à dignidade das funções públicas que acabais de exercer, somos forçados a notificar-vos que o governo provisório espera de vosso patriotismo o sacrifício de deixardes o território brasileiro, com a vossa família, no mais breve termo possível.

(...) O transporte vosso e dos vossos para um porto na Europa correrá por conta do Estado, proporcionando-vos para isso o governo provisório um navio com a mais absoluta segurança de vossa pessoa e de toda a vossa família, cuja comodidade e saúde serão zelados com o maior desvelo na travessia continuando-se a contar-vos a dotação que a lei vos assegura, até  que sobre esse ponto se pronuncie a próxima Assembléia Constituinte.

(Governo provisório de Deodoro da Fonseca - decreto de deposição de D. Pedro em 16 de novembro de 1889. Fialho, Anfriso. 1983, p.98).

A Família Real deixa o Brasil em 17 de novembro de 1889, a bordo da corveta de guerra Parnaíba e se dirige para Portugal, onde é recebida pelo rei D. Carlos I com honras de soberano.

A república no Brasil começa com os militares que em nome da escola positivista e da democracia burguesa, costuram grande parte da história nacional e marcam um estilo de política civil de caserna, onde a nomenclatura de Coronel ganha a estrutura de poder político cotidiano. 

O poder de Estado com raras exceções, sempre esteve a serviço do capital estrangeiro; o presidente Arthur Bernardes sofreu ao tentar embater com a multinacional Itabira Iron, foi obrigado a governar debaixo de estado de sítio; Getúlio Vargas denúncia a exploração das empresas estrangeiras e suicida-se pelas pressões e finalmente João Goulart é deposto por militares atrelados a paranóia do  anticomunismo.

Nesse sentido a República passa a ser objeto de cobiça, aos interesses do capital  Norte-americano. O poder que eles possuem para abafar e reescrever nossa história nos  leva a uma aproximação e submissão para com os  Estados Unidos, pois a lógica da mercadoria escreve a relação entre os homens, segundo o historiador Victor V. Valla a causa principal dessa questão se dá pela necessidade:

...de livrar-se do jugo econômico da Inglaterra e a grande quantidade de café brasileiro que os Estados Unidos compravam, desde 1835, foram fatores que favoreceram a aproximação dos dois países. O fato de que a troca comercial entre o Brasil e os Estados Unidos estava tradicionalmente a favor daquele país mostrava para os brasileiros que o mercado norte-americano era uma fonte constante de divisas, enquanto que a industrialização crescente norte-americana visava um mercado de quase quinze milhões de brasileiros, até então dominado pelas fontes inglesa e alemã. [1]

O Brasil  esta sendo colado aos interesses norte-americanos, as multinacionais atacam em todos os setores o Biotônico Fontoura, elixir  revigorante contra a preguiça do Jeca Tatu, passa a ser cobiçado pelos laboratórios estrangeiros. A riqueza da medicina indígena cria uma industria nacional de remédios homeopáticos extraordinária que acaba sendo comprada pelos estrangeiros.

Alberto Santos Dumont cria o aeroplano a motor o 14 Bis, apreciado pelos parisienses e por Lenin que chega a comentar  as maravilhas dessas maquinas voadoras. Mas são os irmãos Wrigt que ganham a fama de pioneiros, isso é tão forte na sociedade americana, - buscar a paternidade de coisas que não foram produto de sua história*.

Nossas riquezas minerais são objeto de preocupação dos gringos, por isso em 1907 o governo brasileiro cria ao Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil e acaba dando a direção dessa instituição ao cientista norte-americano Orville Derby.

Foi nesse período que uma companhia estrangeira de capital Belga, implanta um pólo siderúrgico no Estado e controla política e economicamente  Minas Gerais.

Delmiro Gouveia industrial nordestino desafiou o poderoso grupo inglês chamado Machine Cotton ao criar uma fábrica  de linhas para coser na localidade de Pedra, na região do rio São Francisco, pois inteligentemente utilizou uns dos fios de d'água  da Cachoeira de Paulo Afonso, criando sua própria energia.  Esse seria uns dos primeiros complexos industriais da região, mas a intriga e as intenções da multinacional levam-no a ser assassinado de maneira brutal e estranha.

Os Ingleses ainda fazendo grande concorrência aos norte-americanos pela disputa das riquezas brasileiras, compram nossas empresas nacionais de fósforos e de cigarros. Em contra partida os americanos abrem seus cofres para empréstimos ao Brasil, impondo a instalação de empresas como a Armour, a Firestone e muitas outras, com isso iniciamos uma divida externa que vai nos garantir um futuro de eterna sangria de nossas finanças e nos tornará eternos dependentes.

O governo brasileiro estimula a concessão e posteriormente a venda de terras a estrangeiros. Os japoneses recebem um milhão de hectares na Amazônia e legalizam como cooperativas de produção, os Ingleses compram a preço simbólico as terras do norte do Paraná e passam a vendê-la no exterior a alemães, italianos e todos aqueles que estão sofrendo com a primeira e segunda guerra mundial na Europa.

Com Getúlio Vargas o Brasil busca a volta de uma independência econômica, política e social. Troca homens por tecnologia e  permite concessão temporária  de algumas partes do território brasileiro para tropas americanas. Cria as bases para uma industrialização e monta uma estrutura de poder de expressão popular dando destaque ao um nacionalismo preocupado com as questões sociais.  Há o suicídio de Vargas, acompanhado de uma carta de despedida, onde faz graves denúncias ao papel desempenhado pelas multinacionais junto a economia e política brasileira, comunicando ao mundo os culpados pelo subdesenvolvimento, miséria e a pobreza do Brasil e de todos os latino-americanos.

A carta testamento de Getúlio, impulsiona grande parte dos movimentos de contestação às ditaduras nos países latinos. Um exemplo são os oponentes do torturador, general cubano  Fulgêncio Batista, que lêem  a carta como instrumento de emulação política para acelerar os embates contra os interesses imperialistas dos Estados Unidos. Em uma de suas partes a carta faz referências explicitas à exploração, denunciando que:

... Os lucros das empresas estrangeiras alcançavam até 500% ao ano. Nas declarações de valores do que importávamos existiam fraudes constatadas de mais de 100 milhões de dólares por ano. (...)

Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na história. [2]

A reação de desagravo da população em geral, para com a morte de Vargas desencadeou severas críticas contra as multinacionais despertando a consciência para esse problema e conseguindo movimentar inúmeras manifestações entre os estudantes, trabalhadores, partidos e políticos que  denunciam a ingerência estrangeira no interior do Estado brasileiro.

Alguns governadores lançam mão de sua popularidade e encampam empresas e terras estrangeiras, imediatamente a reação internacional e de setores militares nacionais se fez sentir no Brasil, vejamos alguns comentários inteligentes feitos pela esquerda em um de seus textos que foram censurados na época:

Enquanto lê as noticias, toma a sua primeira refeição. Brasilino não sabe que o leite, que bebe, é originário de uma vaca que foi alimentada com farelo REFINAZIL, da "Refinações de Milho do Brazil" (Brasil com Z), que é americana, e que a farinha com o qual foi feito o pão é originária do "Moinho Santista, que não é santista e sim inglês. Assim, para tomar café da manhã, Brasilino tem que pagar dividendos ao CAPITAL ESTRANGEIRO. (...)

Terminado o café, Brasilino acende o seu primeiro cigarro: Minister, ou Hollywood, um desses da "Cia. Souza Cruz", que não é do Sr. Souza e muito menos do Sr. Cruz, mas, sim, da "British, American Tobacco Co." [3]

Após o termino do ciclo historicamente conhecido como governo populista. O Estado  com a eleição de Juscelino KubitscheK  a presidência é tomado de um surto ufanista  de crescimento via capital internacional que acabou sepultando por completo as pretensões de um desenvolvimento segundo os interesses nacionais.

Com a eleição de Jânio da Silva Quadros à presidência, político exótico e com uma retórica perfeita e extremamente teatral, busca apoio popular planejando sua própria renúncia na esperança de se fortalecer diante do povo. Conhecido na história como golpista e pelos  desatinos e repentes dos vernáculos lingüísticos, que habilmente sabia tirar proveito, prepara o Estado para ser tomado pelos militares.

A paranóia que acompanhava os militares brasileiros instruídos pela academia militar de West Point  para assumir a luta no combate ao maior inimigo da democracia do ocidente os comunistas, acaba levando-os a darem um golpe no Estado de direito e implantando a ditadura militar com a colaboração e apoio dos norte-americanos.

Com o golpe militar de 1 de abril de 1964:

... o caráter de contra-revolução, com o amordaçamento dos sindicatos e a supressão de todos os focos de resistência. O regime de força, instaurado sob o comando do Mal. Humberto de Alencar Castello Branco, ex-Adido Militar em Washington, promoveu, então, as reformas que o capitalismo reclamava e permitiu que as classes dominantes lançassem sobre os ombros do proletariado os prejuízos da crise.

A diretriz fundamental de sua política econômica, cuja eficácia a repressão militar-policial garantiria, consistiu no agravamento da exploração da força de trabalho, mediante a redução do salário real a níveis inferiores aos de subsistência e o apoio à concentração e à centralização do capital. [4]

A sociedade brasileira sofre a síndrome de uma vida civil militarizada, os militares saem da caserna e ditam as regras de conduta, prendendo, torturando e dando sumiço em cidadãos considerados "subversivos", cultiva-se a idéia de mudança de mentalidade e da moral cívica. Buscando pelo braço armado dar soluções para os problemas da sociedade, as iniciativas são pensadas e colocadas em prática, como o caso da criação da Embratur.

TURISMO

Foi no ano de 1966 que o governo militar por meio do decreto lei n. 55 de 18 de novembro criou o Conselho Nacional de Turismo - CN-TUR e a Empresa Brasileira de Turismo - EMBRATUR, com o objetivo de atender ao fluxo de turistas estrangeiros que procuravam o Brasil, trabalhar a imagem do país no exterior e captar divisas.

Segundo o turismólogo e professor Luís Carlos Tabet em um de seus raros mas consistentes escritos, afirma que:

Desde meados da década de 60 que o turismo passou a merecer alguma atenção das classes dirigentes, públicas e privadas, e não foi pensando nos direitos ao melhor uso do tempo livre da população que o assunto ganhou espaço no panorama de decisões governamentais. Logo foi dado ao turismo o status de "indústria básica de interesse nacional", moldando-o à situação histórica da economia brasileira, dependente da tecnologia importada, e submetido aos interesses exportadores, voltando seu parque produtivo para privilegiar o mercado externo e preconizando a captação de divisas necessárias ao equilíbrio do balanço de pagamentos e ao desenvolvimento nacional. [5]

Os militares montam e direcionaram campanhas de promoção turística no exterior, dentro de parâmetros de uma mensagem com tonalidade ufanista de um Brasil gigante sem preconceitos, anticomunista e pró-americano.

Para ampliar o mercado nacional a Embratur cria linhas de créditos para o setor de empreendimentos hoteleiros que acaba favorecendo os grandes conglomerados estrangeiros  por meio de financiamentos subsidiados pelo governo Federal. Isso se tornou um obstáculo para que o turismo nacional fosse estimulado, pois o órgão máximo do turismo, tinha seus olhares voltados prioritariamente para o turismo estrangeiro.

Segundo o professor Trigo:

Essas iniciativas atraíram investimentos que se traduziram na construção de várias unidades hoteleiras no país. Entretanto, a Embratur não se preocupava na época com a formação de mão-de-obra especializada nem com a preservação ambiental. O resultado é que vários financiamentos resultaram em belos edifícios para hotéis, mas sem manutenção adequada nem qualidade de serviços. Muitos desses hotéis passaram a operar com serviços medíocres e outros fecharam. [6]

Os momentos em que a Embratur foi utilizada pelo Estado militar para divulgar a idéia  de país exótico, pacifico, ordeiro, multi-racial, sem violência e que deu certo, carece ainda de estudos e pesquisas, mas podemos afirmar que este é um assunto que nos traria conclusões deveras interessantes para entender a criação da Embratur.

A Embratur como cargo público, quase sempre foi objeto de interesses por políticos de carreira, dos que conseguiram ser presidentes desta entidade poucos foram de fato decididos em se preocupar com "uma Política Nacional de Turismo." A maioria passou pela entidade e pouco ou nada acrescentou à política nacional do turismo. Um exemplo disso é o  Fundo Geral do Turismo - Fungetur criado em outubro de 1971, que se propunha ser um instrumento financiador à pequenas e medias empresas no campo do turismo, mas segundo o presidente da ABAV senhor Goiaci Alves Guimarães em entrevista ao Jornal do Commercio de Recife de 7 / 10 / 1999, comenta:

Quanto ao Fungetur, Guimarães aponta os critérios equivocados no processo de seleção de investimentos. Segundo diz, o Fundo só financia hotéis de cinco estrelas com orçamento a partir de U$S 7 milhões. "O Brasil precisa de bons hotéis, mas de categoria econômica, que possa atrair o viajante de classe média." [7]

Com uma atuação fraca e podemos dizer relapsa, pois segundo o atual presidente da Embratur Caio Luiz de Carvalho em matéria publicada no Estadão em 16 de maio de 2000, afirma que "os controles eram muito frágeis e o governo estava jogando dinheiro fora", diz embora acrescente que as irregularidades vêm de gestões anteriores" o que confirma nossas afirmações acima.

Saindo da esfera institucional, nos encaminhamos para a própria dinâmica de discussão do fenômeno turístico é justamente nesse campo que as questões são pouco estudadas. É aí que podemos ampliar nossas reflexões e contribuir para entendê-lo dentro da referência epistemológica, esse será nosso esforço.

TURISMO E O PERIGO DA  INTERNACIONALIZAÇÃO TERRITORIAL

Em primeiro lugar, partimos do pressuposto que todas as nações que foram colonizadas, sofreram um brutal e violento processo de desfiguração social, cultural, econômica e política.  A intenção dos colonizadores era nos escravizar para poderem apossar das riquezas e do território, sempre fomos ameaçados pela civilização européia, que acabou exterminando os impérios Guarani, Maias, Incas e Astecas para que fosse instalado a lógica da "civilização capitalista".

Esse processo vai continuar ativo e percorrer a trajetória  de nossa história seja com os jesuítas e seus redutos missionários ou com as modernas tentativas de globalização que vão aparecer  durante a lógica de solidificação e expansão do capital.

Em 1966 o governo brasileiro seguindo os interesses norte-americanos é envolvido na discussão de transformar a região da Amazônia em um imenso lago para que as nações pudessem usufruí-lo como patrimônio da humanidade. Segundo Darcy Ribeiro esse interesse em alagar a Amazônia se explica:

Fala-se muito, à boca pequena, do mirabolante Projeto Amazônico do Instituto Hudson. O plano, aparentemente visionário, é criar um lago imensíssimo - seiscentos mil quilômetros quadrados, que inundara de Manaus a Santarém - para produzir quantidades astronômicas de energia elétrica. O projeto de Herman Kahn e Robert Paneiro, apoiado por Roberto Campos Junto a Castelo Branco, só não foi aprovado pela rejeição que provocou nos meios civis e militares. Tratava-se, hoje se sabe, da alternativa de fuga dos norte-americanos para o caso de um ataque nuclear. [8]

No dia 24 de maio de 2001 o jornal O Estado de São Paulo, faz menção à existência de livros publicados nos Estados Unidos, onde a Amazônia estaria colocada no mapa como sendo área internacional de responsabilidade da ONU e dos EUA. Acreditamos que está reeditado uma nova versão da teoria Geopolítica, com tonalidade discursiva menos agressiva, como um processo "natural" em que a natureza existente no planeta independente do país que a possui como propriedade, ela pertence à humanidade territorial em geral, portanto tem que ser resguardada.

O ecoturismo e o turismo ecológico são lançados como condutores do turismo sustentável, pois podem ser planejados, prevendo e minimizando todos os impactos, se isso é possível ou não, esse assunto deve ser objeto de um outro trabalho. Nossa preocupação  é refletir as causas e os impactos do processo de instalação de mega equipamentos no campo do turismo, que também pode vir a ser facilitadores do processo de internacionalização do território.

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* Docente na Universidade Estadual de Maringá e Faculdades Nobel


[1] Valla, Victor V. À penetração norte-americana na economia brasileira, 1898-1928: sempre de acordo ou nobre emulação?. Rio de Janeiro: Ao livro Técnico; Brasília: INL, 1978, P. 2.

* Em.1990 quando a American Airlines se instala no Brasil, o discurso que o representante da empresa fez na festa de inauguração pode ser entendido  como uma apologia aos irmãos Wrigt como inventores da aviação mundial.

[2] Ribeiro, Darcy. Aos trancos e barrancos; como o Brasil deu no que deu. Rio de Janeiro - 1954: Guanabara Dois, 1985. P s/n.

[3] Guilherme Martins, Paulo. Um dia na vida de Brasilino. Santos: s/ed, 1961. P 7 e 8.

[4] Bandeira, Moniz. Cartéis e Desnacionalização (A experiência brasileira: 1964-1974). Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira, 1979.p16 e 17.

[5] Tabet Gomes, Luís Carlos. Reflexões sobre o Terciário e o Turismo no Brasil. I n: Boletim Técnico do Senac. Rio de Janeiro: Editora Senac, 1987, p 142.

[6] Trigo, Luiz Gonzaga Godoi. Viagem na  memória: guia histórico das viagens e do turismo no Brasil. São Paulo: Editora SENAC São Paulo, 2000, p.187.

[7]   On Line do Jornal do Commercio de Recife, de 07/10/1999.

[8] Ribeiro, Darcy. Aos trancos e barrancos; como o Brasil deu no que deu. Rio de Janeiro - 1966: Guanabara Dois, 1985. P s/n.

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JOÃO DOS SANTOS FILHO

     

 


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